Três das regras da época vivem em Finanças → Configuração: os contratos, as despesas fixas e os patrocínios. Todas funcionam da mesma maneira — defines uma vez, lanças todos os meses.
Contratos
Um contrato por pessoa remunerada: treinador, roupeiro, fisioterapeuta, atleta profissional. Cada um tem a função, o valor base mensal, a data de início e, se souberes, a de fim.
A um contrato podes juntar prémios: valores que se somam ao salário do mês em que acontecem, com o nome que lhes deres. Um prémio pode ser desligado temporariamente sem ser apagado.
Terminar um contrato não apaga nada: os salários já lançados ficam como estão, e deixam de ser lançados a partir daí.
A página Salários mostra a grelha da época, pessoa a pessoa e mês a mês, com o que já foi pago e o que falta.

Despesas fixas
Renda, água, luz, seguros, contabilista: o que sai todos os meses. Cada despesa fixa tem a descrição, o valor, o dia do mês em que vence, o início e, se for caso disso, o fim. Podes indicar o fornecedor.
Uma despesa fixa pode ser pausada — deixa de gerar valores e volta quando quiseres, sem perder o histórico.

Patrocínios
Os contratos de patrocínio criam-se em Patrocinadores, fora das finanças, com o valor, a periodicidade e as datas. Nas finanças, o que interessa é lançar as prestações desses contratos: cada uma passa a ser um valor a receber, com vencimento.
Pedidos de despesa
Quem não gere finanças mas precisa de gastar — um treinador que precisa de material — regista a despesa na mesma. Ela fica por aprovar: não conta no previsto e não pode ser paga até alguém decidir.
Quem tem permissões financeiras vê os pedidos no Resumo, no cartão Pedidos de despesa, e aprova ou recusa. Um pedido aprovado passa a ser uma despesa normal, à espera de pagamento; um recusado fica anulado, com o motivo registado.
