O Resumo é a primeira página das finanças. Responde em dez segundos a quatro perguntas, e por baixo mostra a época inteira.

As quatro leituras
- Em atraso: o que já devia ter entrado e não entrou, com o botão para lembrar toda a gente por email;
- O mês atual, com o seu nome: o que entrou e o que saiu, contra o que estava previsto;
- Contas: quanto há em caixa e no banco, somado;
- Pedidos de despesa: o que está à espera de aprovação.
Cada cartão abre a lista que está por trás do número.
O mapa, mês a mês
A época, mês a mês cruza as categorias com os meses da época. Lê-se da esquerda para a direita como um extrato:
- nos meses que já passaram, cada célula mostra o que entrou ou saiu de facto;
- nos meses futuros, mostra o que está previsto, ou seja, valores já lançados com vencimento nesse mês;
- um número a vermelho é dinheiro em atraso;
- a última linha acumula o saldo, por isso vê-se onde a tesouraria aperta antes de lá chegar.
Um ponto em vez de um número quer dizer que nesse mês não houve nada nessa categoria, e não há nada para abrir.
Abrir uma célula
Toca num valor e abre-se o detalhe do mês: o dinheiro que entrou ou saiu, os valores previstos e o que está em falta. Dali segue-se para a lista completa, já filtrada pelo mês e pela categoria.

Porque é que o previsto muda
O previsto não é uma estimativa: é a soma dos valores que existem. Quando se lançam as mensalidades de outubro, outubro passa a ter previsto; quando alguém paga, o valor sai do previsto e entra no real. Meses sem valores lançados aparecem vazios, mesmo que se saiba que vai haver mensalidades — é o sinal de que falta lançar.
